21 de jun. de 2007

Niver de Machado de Assis


Machado de Assis (Joaquim Maria M. de A.), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.


Filho do operário Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência. Foi criado no morro do Livramento e ajudou missa na igreja da Lampadosa. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1855, com 16 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na Marmota Fluminense, jornal de Francisco de Paula Brito, número datado de 12 de janeiro de 1855. No ano seguinte, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1859, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 60, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, A Semana Ilustrada, de 16 de dezembro de 1860 até, pelo menos, 4 de julho de 1875, Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.


O primeiro volume de Machado de Assis foi impresso, em 1861, na tipografia de Paula Brito, com o título Queda que as mulheres têm para os tolos, mas o nome de Machado aparecia aí como tradutor. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 69, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais. Foi companheira perfeita durante 35 anos, tendo-lhe revelado os clássicos portugueses e vários autores de língua inglesa. O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. Pouco depois, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Em 1874, começou a publicar, em O Globo de então (jornal de Quintino Bocaiúva), em folhetins, o romance A mão e a luva. Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O Cruzeiro, A Estação, Revista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Uma de suas peças, Tu, só tu, puro amor, foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. Em 1881, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Nesse ano de 1881 saiu também o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis - Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março de 1879 a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.


Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. Do grupo de intelectuais que se reunia na Redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a idéia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1879, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.


A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais (1897-1880). Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.


A obra de Machado de Assis foi, em vida do Autor, editada pela Livraria Garnier, desde 1869; em 1936, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: Contos e crônicas (1958); Contos esparsos (1966); Contos esquecidos (1966); Contos recolhidos (1966); Contos avulsos (1966); Contos sem data (1966); Crônicas de Lélio (1966); Diálogos e reflexões de um relojoeiro (1966). Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura e encabeçada pelo presidente da Academia Brasileira de Letras, organizou e publicou, também pela Civilização Brasileira, as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes, reunindo contos, romances e poesias desse escritor máximo da literatura brasileira.
AINDA:
Dia Internacional da música;
Dia do mel;
Brasil tricampeão mundial no México 1970 - Brasil 4 x 1 Itália.
INÍCIO DO INVERNO
Estação das chuvas que sucede o outono e antecede a primavera.
No hemisfério sul vai de 21/06 a 22/09.

19 de jun. de 2007

Aniversário de Chico

Francisco Buarque de Hollanda é o quarto, entre sete filhos, do historiador Sérgio Buarque de Hollanda com a pianista amadora Maria Amélia Cesário Alvim. Nascido no Rio de Janeiro em 19/06/44, Francisco se tornaria, anos mais tarde, um artista completo. É cantor, compositor, ator, escritor, poeta e dramaturgo. Foi inicialmente pela música que Chico Buarque demonstrou interesse e através dela se tornou conhecido e respeitado. Com nove anos, morando na Itália, onde o pai dava aulas na Universidade de Roma, Chico Buarque compôs algumas marchinhas carnavalescas. Aos 12 anos, quando a família morava em São Paulo, suas irmãs mais novas, Ana, Cristina e Pii juntavam-se para cantar operetas compostas por ele.

Ouvia desde sambistas tradicionais como Ataulfo Alves e Noel Rosa até artistas estrangeiros, principalmente, o francês Jacques Brel e os americanos Elvis Presley e o grupo The Platters. Foi o disco “Chega de Saudade”, de João Gilberto, porém, que alterou de forma definitiva a sua relação com a música. A primeira apresentação em show aconteceu no Colégio Santa Cruz em 1964, cantando “Canção dos Olhos”. É desse ano, também, a música “Tem Mais Samba”, que segundo o artista, é o ponto de partida na sua trajetória como artista profissional. A era dos festivais que lançou novos talentos na MPB estava apenas no início.

O primeiro disco, um compacto gravado pela RGE em 1965, trazendo as músicas “Pedro Pedreiro” e “Um Sonho de Carnaval”, obteve sucesso. Desde então, Chico Buarque não parou mais de compor, participar de festivais de música - nacionais e internacionais - atuar em programas como “O Fino da Bossa”, da TV Record, e musicar espetáculos teatrais. As músicas “Disparada”, de Geraldo Vandré e Théo Barros e “A Banda”, de Chico Buarque - defendida por Nara Leão - foram campeãs do Festival da Record de 1966. Essa conquista ajudou a fazer de Chico Buarque um artista conhecido nacionalmente.

Os festivais, muito populares na época, foram fundamentais para a consolidação do nome de Chico Buarque no cenário nacional. “Roda Viva”, “Carolina”, “Sabiá” “Benvinda” e “Bom Tempo” foram marcantes naquele momento. Em 1969, descontente com os caminhos políticos e com a retaliação cultural imposta pela censura, decidiu se exilar, por conta própria, na Itália. Sua música “A Banda” é sucesso naquele país na voz da cantora popular Mina. Mesmo assim, Chico lançou, sem muito sucesso, dois LPs. Em 1970 voltou ao Brasil, gravou outro LP e retomou em suas canções o protesto político. Em função disso foi cada vez mais vigiado pelos censores. Era uma fase absolutamente criativa, que culminou com um de seus discos mais conhecidos: “Construção”. Shows, discos e trilha sonora para cinema e teatro se sucediam com incrível constância. Compôs “Vai Trabalhar Vagabundo”, tema do filme homônimo de Hugo Carvana e “O Que Será” para “Dona Flor e seus Dois Maridos”, de Bruno Barreto. Traduziu, adaptou e fez a trilha do musical infantil “Os Saltimbancos” e compôs a trilha do filme de Renato Aragão “Os Saltimbancos Trapalhões”.Outros discos vieram: “Francisco”, “Paratodos” e “Uma palavra”. Depois disso, Chico Buarque permaneceu, mais uma vez, afastado dos palcos durante 5 anos.

Em 1998, o lançamento de “As Cidades” tornou-se mais uma vez um marco em sua carreira, pelo fato de lançar, simultaneamente, uma turnê inédita de shows no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1999 lançou o duplo “Chico ao Vivo”. Em 2001 o DVD “Chico e as Cidades” contou com a participação de Maria Bethânia, Oscar Niemeyer, Tostão, Jamelão, Velha Guarda da Mangueira, Jaime Alem, Fernando Calazans e Nelcy Gomes. No mesmo ano, Chico presenteou seu público com “Cambaio”. Mais um DVD foi lançado em 2003, com o sugestivo título de “Chico ou O País da Delicadeza Perdida”, com 28 composições importantes.

Chico Buarque é referência obrigatória na música popular brasileira. Sua influência no cenário musical foi decisivo em tudo o que de significativo ocorreu desde os anos 60. Com 61 anos de idade, Chico está muito presente na memória do Brasil. Prova disso é o grande sucesso em 2005 com as vendas da compilação de DVDs sobre sua vida e carreira e da coleção “Chico Buarque Especial”.




Discografia

Chico Buarque de Hollanda (1966)
Morte e Vida Severina (1967)
Chico Buarque de Hollanda - vol.2 (1968)
Chico Buarque de Hollanda - vol.3 (1968)
Chico Buarque de Hollanda – compacto
Umas e outras - compacto (1969)
Chico Buarque de Hollanda – compacto (1969)
Chico Buarque na Itália (1969)
Apesar de você (1970)
Per un Pugno di Samba (1970)
Sambas do Brasil (1970)
Chico Buarque de Hollanda - vol.4 (1970)
Construção (1971)
Quando o carnaval chegar (1972)
Caetano e Chico juntos e ao vivo (1972)
Chico canta (1973)
Sinal fechado (1974)
Chico Buarque & Maria Bethânia ao vivo (1975)
Meus caros amigos (1976)
Cio da Terra compacto (1977)
Os saltimbancos (1977)
Gota d'água (1977)
Chico Buarque (Samambaia) (1978)
Ópera do Malandro (1979)
Vida (1980)
Show 1º de Maio compacto (1980)
Almanaque (1981)
Saltimbancos trapalhões (1981)
Chico Buarque en espanhol (1982)
Para viver um grande amor (1983)
O Grande Circo Místico (1983)
Chico Buarque (Vermelho) (1984)
O Corsário do rei (1985)
Ópera do malandro (1985)
Malandro (1985)
Melhores momentos de Chico & Caetano (1986)
Francisco (1987)
Dança da meia-lua (1988)
Chico Buarque (1989)
Chico Buarque ao vivo Paris Le Zenith (1990)
Paratodos (1993)
Uma palavra (1995)
Terra (1997)
As cidades (1998)
Chico Buarque da Mangueira (1999)
Chico ao Vivo (1999)
Chico e as cidades (DVD) (2001)
Cambaio (2001)
Chico Buarque – Duetos (2002)
Chico ou o País da delicadeza perdida (2003)
Meu Caro Amigo (DVD, direção Roberto Oliveira) (2005)
A Flor da Pele (DVD, direção Roberto Oliveira) (2005)
Vai passar (DVD, direção Roberto Oliveira) (2005)
Anos Dourados (DVD, direção Roberto Oliveira) (2005)
Estação Derradeira (DVD, direção Roberto Oliveira) (2005)
Bastidores (DVD, direção Roberto Oliveira) (2005)
O Futebol (DVD, direção Roberto Oliveira) (2006)
Romance (DVD, direção Roberto Oliveira) (2006)
Uma Palavra (DVD, direção Roberto Oliveira) (2006)
Carioca (2006)






Parabéns Chico!!

"DIA DO CINEMA BRASILEIRO"

DIA DO CINEMA BRASILEIRO

A primeira exibição de cinema no Brasil acontece em julho de 1896, no Rio de Janeiro, poucos meses após o invento dos Irmãos Lumière. Um ano depois já existia no Rio uma sala fixa de cinema, o "Salão de Novidades Paris", de Paschoal Segreto. Os primeiros filmes brasileiros foram rodados entre 1897-1898. Uma "Vista da baía da Guanabara" teria sido filmado por Alfonso Segreto em 19 de Junho de 1898, ao chegar da Europa a bordo do navio Brèsil - mas este filme, se realmente existiu, nunca chegou a ser exibido.
Parabéns, a cultura brasileira chamada CINEMA.

17 de jun. de 2007

Fotos da Festa


"Deinha Fantasy"

Lampião e as 2 Marias Bonitas
Lampião, as 2 Marias Bonitas e Pedrita
Lampião e a Bruxinha linda

Pedrita, Matuta, Fazendeiro e a Madame
Lampião, as 3 Marias Bonitas e Pedrita
A galera toda

15 de jun. de 2007

Último capitulo de "Pé na Jaca"


Novela de Carlos Lombardi e direção de Ricardo Waddington que estreou no dia 20 de novembro de 2006 e chega ao fim hoje. Conta as aventuras de Lance/Lanche (Marcos Pasquim), Guinevere/Guilhotine (Juliana Paes), Maria Bó/Maria Bicuda (Fernanda Lima), Elizabeth/Gezebel (Deborah Secco) e Arthur/Triq-triq (Murilo Benício).



Elenco: Bruno Garcia, Flavia Alessadra, Rodrigo Lombardi, Carla Marins, Betty Lago, Ricardo Tozzi, Fernanda de Freitas, Arlete Salles, Betty Faria, Chico Anysio, Carlos Bonow, Daniele Suzuki, Drica Moraes, Elias Gleizes, Emanuelle Araujo, Fulvio Stefanini, Humberto Martins, Lolita Rodrigues, Oscar Magrini, Paulo Goulart, Rodrigo Hibert, Silvia Pfeifer, Sergio Hondjakoof, Dan Nakagawa, Dudu Azevedo, Leonardo Villar; As crianças: Miguel Rômulo, Sofia Terra, Rafael Miguel, Igor Rudolf, João Vieira, Larissa Biondo e entre outros...









Agora só na espectativa da nova novela das 7 " Sete Pecados"!




13 de jun. de 2007

Dia de Santo Antonio


Santo Antônio nasceu na cidade de Lisboa, Portugal, em 1195. Seu nome de batismo era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. É o Santo mais popular do Brasil, , e também conhecido por ser o Padroeiro dos Pobres, Santo Casamenteiro, sempre sendo invocado para se achar objetos perdidos. Santo Antonio é doutor da Igreja.



AINDA:
Dia do Turista;
Criação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (1808);
Criação do Serviço Nacional de Informações (1964);
Instituição do estado do Maranhão, independente das demais capitanias (1621).

Rio de Janeiro!


Por enquanto a melhor viagem que já tive.

Rio de Janeiro realmente continua lindo... Vi cada pedacinho do Rio... Floresta da Tijuca, Pão de Açúcar, Corcovado, Santa Tereza com o Parque das Ruínas, praias de Copa, Arpuador, a Barra, E ainda o Cabo Frio... Sem contar que descobrir que tinha dois primos ne?! o Teo e a Aninha! Só faltou o FUNK ... Não deu porque os "homi" prenderam a equipe do funk... mas por pouco eu não subia o morro.

Aê Leke...Sinistro a viagem...muito bom!!!!

MONTAGEM: Cristo Redentor; Eu e Renata no Copacabana Palace; Teo, minha vó Das Dores, meu tio Sérgio e Aninha no bar do meu tio em Cabo Frio; Aninha, Renata e Neto num bar em Cabo Frio; Praia do Arpuador; Floresta da Tijuca; Vista da Pedra da Gavéa; Kerol, eu e Renata em Grumarí; Praia de Grumarí; Parque das Ruínas em Santa Tereza; Eu na Floresta da Tijuca.

12 de jun. de 2007

9 de jun. de 2007

Pato Donald, 73 anos de história..Quac Quac!


Criação do Pato Donald em 1934

O 1º desenho animado em que aparece o pato como simples figurante. Foi apresentado em 1934 nos EUA. No Brasil ele apareceu em julho de 1950, em quadrinhos publicados pela Editora Abril. O pato ultrapassou o camundongo bonzinho Mickey em termos de popularidade.

O Pato Donald (nome original Donald Fauntleroy Duck em inglês) é um personagem de histórias em quadrinhos e desenhos animados dos estúdios Walt Disney. É um personagem marcado pela teimosia e por sua voz rouca.
O Pato Donald foi criado em 9 de Junho de 1934, vindo a ser um dos desenhos de maior sucesso e repercussão dos estúdios Disney. Foi dublado por Clarence Nash, descoberto pelo próprio Walt Disney nas ruas de Los Angeles e responsável pela voz inconfundivelmente rouca do personagem.
Pato Donald estrelou dois longa-metragens no Brasil: ALÔ AMIGOS (1943), onde surgiu o personagem Zé Carioca, VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? (1945).
Sua namorada, Margarida surgiu num desenho de 1940, e seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luizinho, numa tirinha de 1937(e um desenho no ano seguinte).Donald passou a ter "vida própria", sem depender de Mickey, quando Carl Barks resolveu adaptar uma história estrelada por Donald, Mickey, Pateta e Pluto para ter apenas Donald e os sobrinhos. Donald Duck Finds Pirate Gold (Donald Encontra o Ouro dos Piratas) foi publicada em 1942. Seu sucesso levou Barks a fazer histórias até 1967. O "Homem dos Patos" como ficou conhecido, criou entre outros o Tio Patinhas, o pato mais rico do mundo; Professor Pardal,o cientista maluco e Gastão, o primo sortudo. Outra figura que ajudou os quadrinhos do pato foi Don Rosa, que criou uma complexa árvore genealógica e toda a história do Tio Patinhas. A Disney italiana criou sua identidade secreta, o Super Pato.



Hoje:
Morte do Padre José de Anchieta;
Dia do Porteiro;
Dia do Tenista;
Dia do Pão;
Dia do Protético;
Dia Nacional de Anchieta;
Fundação da Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, por Joaquim Nabuco (1880).

8 de jun. de 2007

Vote no Cristo!

Só a mobilização nacional transformará o mais famoso monumento do Brasil em uma das Sete Maravilhas do Mundo. O Cristo Redentor é um dos 21 finalistas do concurso que elegerá, em 7 de julho, os mais importantes cartões-postais do mundo moderno. Participe da campanha "Vote no Cristo. Ele é uma Maravilha"!

História
A história do Cristo Redentor começou em 1859, quando o padre Pedro Maria Boss teve a idéia de erguer um monumento religioso no Morro do Corcovado, que anos antes era chamado de Pináculo da Tentação. Ele pediu recursos para a Princesa Isabel, mas ela negou. Somente em 1921 é que o projeto foi retomado.

A intenção era construir uma estátua de bronze, representando Jesus Cristo abençoando o Brasil, no alto do Pão de Açúcar, para comemorar o Centenário da Independência, que aconteceria no ano seguinte. Para isso, algumas assembléias foram organizadas para discutir o projeto e local da edificação. A dúvida era entre o Pão de Açúcar, o Corcovado e o Morro de Santo Antônio. Optou-se pelo Corcovado por ser o mais alto e estruturado. A pedra fundamental da construção foi lançada no dia 4 de abril de 1922. Quatro anos depois, as obras foram iniciadas.
O engenheiro Heitor da Silva Costa tornou-se responsável pelo projeto através de concurso. Ele foi para a Europa e escolheu o arquiteto Paul Landowsky para desenvolver a maquete definitiva da estátua e estudar os problemas de construção e base. Enquanto isso, a Igreja Católica iniciou no Rio de Janeiro a Semana do Monumento, que foi uma campanha para arrecadar contribuições para a construção.
Até 1928, várias maquetes foram elaboradas para aperfeiçoar o Cristo Redentor. Neste ano, a armação metálica foi substituída por uma estrutura de cimento armada e a imagem assumiu a forma de uma cruz. Vários materiais foram cogitados para seu revestimento, mas, por fim, foi escolhida a pedra-sabão, pois é extremamente resistente ao tempo, além de não deformar e nem rachar com as variações de temperatura.
Em 1931 não se falava outra coisa na cidade. A chegada e a montagem da estátua e os preparativos para a inauguração eram os assuntos preferidos dos cariocas. Inaugurado em 1884 por D. Pedro II, o Trem do Corcovado foi o responsável pelo transporte das peças e dos funcionários que trabalharam na obra.
O esperado monumento do Cristo Redentor foi inaugurado no dia 12 de outubro de 1931, no alto do Morro do Corcovado. A consagração foi feita pelo cardeal Dom Sebastião Leme. Segundo sua pregação, os objetivos da estátua eram evangelização e retomada do poder da Igreja no Estado Republicano. O chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas, e todo o seu ministério também participaram da cerimônia.
Em 1934, o Cristo recebeu a visita do então secretário de Estado do Vaticano, Eugênio Pacelli. Cinco anos depois, Pacelli se tornaria o Papa Pio XII. Em 1980, foi a vez do Papa João Paulo II. Ele emocionou o mundo ao abençoar o Rio lá de cima.
Os anos se passaram, o local recebeu nova iluminação e seus acessos se modernizaram. Em 2003, foram inaugurados os elevadores panorâmicos e as escadas rolantes. Antes, era preciso enfrentar 220 degraus que levam até a imagem.
O monumento do Cristo Redentor completou 75 anos em 2006. Como homenagem, a Capela Nossa Senhora Aparecida, aos pés da estátua, se tornou um santuário pela Arquidiocese do Rio. Ela já está sendo reformada e em breve poderá celebrar casamentos, batizados e missas, além de receber fiéis.
Em 2007, Cristo Redentor é o candidato brasileiro na lista das sete novas maravilhas do mundo. O monumento concorre com outros 20 cartões-postais e o resultado da maior votação do planeta será divulgado no dia 7 de julho.


Medidas
Localização - Cume do Morro do Corcovado, 710 metros acima do nível do mar
Visibilidade - 360 graus
Altura total do monumento - 38 metros
Altura da estátua - 30 metros
Altura do pedestal - 8 metros
Altura da cabeça - 3,75 metros
Comprimento da mão - 3,20 metros
Distância entre os extremos dos dedos - 28 metros
Peso da estátua - 1,145 tonelada
Peso da cabeça - 30 toneladas
Peso de cada mão - 8 toneladas
Peso de cada braço - 57 toneladas


Polêmicas
A estátua já foi motivo de muitas divergências entre a Arquidiocese do Rio, artistas e empresas que, inspiradas no cartão-postal, acabaram comprando briga com a cúpula religiosa. - Em julho de 2001, durante os desfiles da 8ª Semana BarraShopping de Estilo, a marca Salinas teve que se desculpar com o então arcebispo do Rio, Dom Eugenio Sales, depois de estampar a imagem do Cristo Redentor em maiôs e biquínis. - Em 2000, a Peugeot também tentou usar a imagem em outdoors, anunciando a escolha do Rio como sede da fábrica. No entanto, a montadora teve que recuar diante dos pedidos da Arquidiocese.- O episódio que mais causou polêmica foi quando a estátua apareceu em plena Marquês de Sapucaí, em um desfile da Beija-Flor. O carnavalesco Joãozinho Trinta usou a imagem do Cristo Redentor de braços abertos para toda a impunidade e desigualdade carioca, representada em um carro alegórico da escola. A Arquidiocese proibiu o uso da imagem sagrada em um ritual pagão e Joãozinho não se contentou. Ele levou para a Avenida um Cristo coberto por um plástico preto e com uma faixa com os dizeres "Mesmo proibido, olhai por nós".

A campanha
O maior monumento carioca e mais conhecido símbolo do Brasil está entre 21 finalistas de todo o mundo. Mas, se a eleição fosse hoje, o Cristo não estaria entre as sete novas maravilhas do mundo. Os organizadores da campanha "Vote no Cristo. Ele é uma Maravilha"! estimam que sejam necessários 10 milhões de votos para dar o título ao monumento. A concorrência é acirrada, e à frente da disputa estão Coliseu (Roma), Muralha da China, Machu Pichu (Peru), Taj Mahal (Índia), Moais (estátuas da Ilha de Páscoa, Chile), Pirâmides do Egito, Acrópolis (Grécia), Alhambra (Espanha), Chichen Itza (México), Hagia Sophia (Turquia), Torre Eiffel (França), Estátua da Liberdade (EUA), Ópera de Sidney (Austrália), Stonehenge (Inglaterra) e Petra (Jordânia). “É uma oportunidade única e vitalícia. Só depende do nosso engajamento. O Corcovado é orgulho nacional e pertence aos brasileiros. Queremos o privilégio de usar esse título”, afirmou Sávio Neves, secretário-executivo da campanha. A candidatura do Cristo foi formalizada no dia 7 de fevereiro, no Corcovado, com a presença do arcebispo da cidade, Dom Eusébio Scheidt. “Cristo nos elegeu primeiro e agora é hora de nós, cariocas e brasileiros, elegermos o Redentor como a primeira e grande maravilha do mundo. Aqui já é um santuário e é também a cara do Brasil”, declarou o cardeal. O projeto ‘New Seven Wonders’ foi lançado em 2000, utilizando o mesmo conceito do grego Philon, que no ano 200 antes de Cristo definiu as sete maravilhas ancestrais. A nova lista vai abranger monumentos contruídos pelo homem até o ano 2000 e será anunciada em Lisboa, Portugal. Em parceria com a Unesco, objetivo do concurso é despertar o interesse mundial por ícones históricos e culturais e sua preservação. Além de atrair mais turistas, os monumentos que serão escolhidos vão ganhar uma verba anual para a sua manutenção. Das sete maravilhas antigas, todas construídas entre 2.500 e 200 antes de Cristo, só as Pirâmides do Egito resistiram à ação do tempo e dos homens. O resultado do novo concurso será divulgado no dia 7 de julho, em Lisboa, Portugal.

Como Votar
A votação é pelo site oficial
http://www.n7w.com/. Para facilitar a vida dos brasileiros, a campanha "Vote no Cristo. Ele é uma Maravilha" criou site em português: http://www.corcovado.com.br/. Para votar, é necessário antes preencher um cadastro com os dados pessoais. Ao término do preenchimento, uma mensagem informará que o internauta precisa confirmar o registro no e-mail cadastrado. A mensagem será enviada automaticamente. Recebido o e-mail, basta clicar no link da mensagem para iniciar a votação. Uma nova página será aberta com todos os candidatos às novas Sete Maravilhas do Mundo. É preciso escolher sete opções. Para votar mais de uma vez deve-se fechar o navegador e fornecer outro e-mai.
Os interessados também podem votar pelo celular. Nesta caso, basta mandar uma mensagem de texto com a palavra CRISTO para o número 49216.



Texto O DIA ONLINE
site TERRA

Hoje!


Dia do Citricultor: No Brasil a citricultura movimenta 1 bilhão de dólares anualmente, reúne dezenas de industrias e gera milhares de empregos diretos e indiretos.


7 de jun. de 2007

Parque das Ruínas, Fantástico!

O Parque das Ruínas fica em Santa Tereza e torna-se um belíssimo mirante que deixa o Rio de Janeiro aos seus pés. De lá, tem-se uma visão extraordinária do centro da cidade e de toda a orla do Rio – desde o Aeroporto Santos Dumont até a Urca. Logo abaixo estão os Arcos da Lapa. Aberto ao público, o Parque foi o que restou do Palacete Murtinho Nobre. A Prefeitura fez renascer das ruínas a cultura que ali existiu. O parque abriga uma sala de exposições, auditório e cafeteria, garantindo conforto a shows musicais, happy hours e leitura de textos literários. Nas áreas ao ar livre se destacam concorridos shows e uma programação especial para as crianças nos finais de semana. Com três andares, a casa chama atenção também por sua arquitetura e estilo - tijolos aparentes combinados harmoniosamente com estruturas metálicas e de vidro.

"Quando estive no Rio de Janeiro, uma das paradas obrigatórias foi o PARQUE, pois o nosso guia Felipe, fez questão de nos mostrar... Ainda bem, porque a visão de lá eh realmente muito linda, dá pra ver o Rio todinho! Com certeza voltarei."


Hoje:
- Dia de Corpus Christi.
- Dia da Liberdade de Imprensa.
- Dia da assinatura do tratado de Tordesilhas entre D. João II de Portugal e os reis católicos da Espanha em 1494.

6 de jun. de 2007

Momentos Inesqueciveis...

Eh sempre muito massa ir pros pagodes...e ir com toda galera, eh melhor ainda!!
Apesar desse dia ter sido um lixo de pagode, foi legal por conta dos amigos.
PAGODE DA MÍDIA.
25/05/2007
1ª foto: Eu e Henrique. 2ª foto: Kerol, Deinha, Nane e Renata. 3ª foto: Renata e Deinha.

Parabéns BOA VIAGEM!!!

Capela deu início ao bairro de Boa Viagem

No dia 6 de junho de 1707, Balthazar da Costa Passos doou uma porção de terras ao padre Leandro Camelo para construção da Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem, de acordo com a historiadora Clarissa Nunes Maia. A história do bairro começa assim, e o registro dessa doação é a certidão de nascimento de Boa Viagem.

Clarissa Nunes, uma das organizadoras da exposição montada pela paróquia para comemorar a data, informa que a primeira missa na capela foi celebrada em 1730, mas o templo só ficou pronto em 1743. Passou por reformas ao longo dos séculos e as primeiras habitações surgem no entorno da igreja, atual matriz do bairro. No princípio, a capela era freqüentada por viajantes e romeiros. Não havia moradores.

O arquiteto da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Geraldo Gomes faz uma ressalva ao aniversário. Segundo ele, a ocupação no local se dá apenas na década de 20 do século 20. “Boa Viagem só se configura como bairro quando se liga ao Recife e isso acontece nos anos 50, com a inauguração da Ponte do Pina”, diz ele.

Conforme Geraldo Gomes, a primeira ponte era metálica e passava um carro por vez, no estilo pare-siga. Com a ponte de concreto, Boa Viagem se consolida. “Os 300 anos são da igreja que deu origem ao bairro”, pondera. Para ele, “a especulação imobiliária superou a qualidade arquitetônica das construções, com raras exceções”.

O professor destaca o Edifício Acaiaca, um dos primeiros prédios da orla, projetado em 1958 por Delfim Amorim (1917-1972). “É o único com todas as janelas dos quartos e da sala voltadas para o nascente porque naquela época o terreno não era tão valorizado. Tem ventilação natural. Depois, os edifícios foram construídos de forma perpendicular no terreno.” Também cita uma casa “moderníssima”, projeto de Oscar Niemeyer no Segundo Jardim de Boa Viagem, derrubada há alguns anos.

Não fosse isso, o Recife já teria uma obra de Niemeyer. No momento, a cidade reclama da proposta da prefeitura de construir um centro cultural e de lazer, assinado pelo famoso arquiteto, nos terrenos do futuro Parque Dona Lindu. Moradores de vários bairros defendem um parque verde em Boa Viagem, para amenizar o adensamento construtivo. Sugerem que o projeto de Niemeyer (teatro, sala para exposições, lojas e restaurantes) ocupe outra área da cidade.

A prefeitura mantém o centro cultural, mas aumentou a área verde. Agora são 27% de área construída (antes eram 50%) e 73% de área verde e solo natural.

TEXTO DO JC ONLINE

5 de jun. de 2007

Criação da TV Manchete

A Rede Manchete de Televisão é uma extinta rede de televisão brasileira, fundada no Rio de Janeiro em 5 de Junho de 1983 pelo jornalista e empresário ucraniano naturalizado brasileiro Adolpho Bloch, e permaneceu no ar até 10 de Maio de 1999.

Programação

A programação da emissora foi marcada por altos e baixos durante a sua existência. Um dos seus mais notáveis sucessos foi a telenovela Pantanal, exibida em 1990. Chegou a ser, entre 1986 e 1991, a segunda maior rede de televisão do Brasil, e a terceira maior potência na TV da América Latina.

Outras telenovelas de sucesso produzidas pela Manchete foram Dona Beija (1986), Corpo Santo (1987), Kananga do Japão (1989), A História de Ana Raio e Zé Trovão (1991) e Xica da Silva (1996), além da sua primeira produção dramatúrgica, a minissérie Marquesa de Santos (1984).

A cobertura do carnaval carioca também teve grande destaque na programação da TV Manchete. A emissora mostrava os preparativos da grande festa popular do país com os programetes Feras do Carnaval e Esquentando os Tamborins, exibido ao longo da programação.

A TV Manchete lançou em seu programa infantil Clube da Criança as apresentadoras Xuxa e Angélica. O canal se tornou conhecido também por exibir diversas séries japonesas, como Jaspion e Changeman nos anos 80 e Cavaleiros do Zodíaco e Sailor Moon nos anos 90, com grande sucesso.

O jornalismo foi o carro-chefe da emissora. O Jornal da Manchete, o principal informativo do canal, trazia aprofundamento das notícias e comentários de grandes nomes do jornalismo brasileiro, como Carlos Chagas, Newton Carlos, Villas-Boas Corrêa, entre outros e comentaristas como João Saldanha. Nos primeiros tempos, o Jornal da Manchete ficava no ar por três horas.

Crise

No fim de 1991, a Manchete entrou em grave crise econômica (a causa principal conhecida foi o altíssimo investimento na novela Amazônia, que acabou em prejuízo estrondoso), tendo sido vendida para o grupo IBF em junho de 1992. O atraso no pagamento de salários, que levou os funcionários a retirar a emissora do ar e exibir um protesto escrito, além do sucateamento da emissora levou Bloch a entrar com um processo na Justiça a fim de retomar a emissora. Seu Adolpho, como era conhecido, retomou a Manchete em abril de 1993, e a partir dessa data o sobrenome do fundador acompanhava a famosa logomarca da emissora. Mas a crise era irremediável. O reerguimento entre 1995 e 1997, marcado principalmente pelo sucesso de Xica da Silva e de Cavaleiros do Zodíaco, não trouxe resultados duradouros.

A venda definitiva em 1999

Três anos e meio após a morte de Adolpho Bloch, e com o fracasso da novela Brida, que esgotou os recursos da emissora, as concessões da Manchete foram vendidas por Pedro Jack Kapeller, sobrinho de Adolpho e principal herdeiro de suas empresas. Num acordo acompanhado pelo Ministério das Comunicações, as emissoras foram adquiridas em 8 de maio de 1999 pela TV Ômega, do empresário Amilcare Dallevo Júnior, sócio do Banco Rural no empreendimento. A transação ocorreu dez dias antes do prazo final para a renovação das concessões, que estavam vencidas desde 1996. Se até 18 de maio de 1999 a Manchete não tivesse pago boa parte de suas dívidas, seria liquidada e definitivamente extinta.

Naquele ano, Dallevo transferiu a sede da emissora para a cidade de Barueri e inaugurou em 15 de novembro a Rede TV!, com uma programação completamente diferente do padrão da Rede Manchete.

Dia Mundial do Meio Ambiente / Dia da Ecologia


Dia Mundial do Meio Ambiente
Criado em 1972 pela ONU na Conferência Internacional de Estocolmo que elaborou o PNUMA - Programa das Nações Unidas contra a ação predadora do homem. Assinado por 112 paises, tornou-se um alerta para o mundo e bandeira mundial para os ecologistas.

Dia da Ecologia
Ciência que estuda as relações recíprocas dos seres vivos e destes com o meio ambiente. Devemos o tema a Ernest Haekel que em 1869 afirmava ser o individuo um produto das relações entre o meio ambiente e a hereditariedade.


BOTANDO NA PRÁTICA:

A importância desse dia tem precedentes. O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Porém, foi ainda no séc. XIX que um biólogo alemão, Ernst Haeckel (1834-1919), criou formalmente a disciplina que estuda a relação dos seres vivos com o meio ambiente, ao propor, em 1866, o nome ecologia para esse ramo da biologia. Celebrado de várias maneiras (paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades), esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.

Se há assunto que consegue igualar todas as pessoas nesse planeta é a questão ambiental: o que acontece de um lado, para bem ou para mal, vai sempre afetar o outro!
Nessa data, chefes de estado, secretários e ministros do meio ambiente fazem declarações e se comprometem a tomar conta da Terra. As mais sérias promessas têm sido feitas, que vão do be-a-bá ao estabelecimento de estruturas governamentais permanentes para lidar com gerenciamento ambiental e planejamento econômico, visando conseguir a vida sustentável no planeta.

Podemos, cada um de nós, já fazer a nossa parte para a preservação das condições mínimas de vida na Terra, hoje e no futuro, ou seja, investir mais naquilo que temos de valioso, que é a nossa inteligência, para aprender a consumir menos o que precisamos economizar: os recursos naturais. E é sempre bom lembrar que o Brasil, identificado como um dos nove países-chave para a sustentabilidade do planeta, já é considerado uma superpotência ambiental!

- REFLEXÃO -
Florestas ameaçadas: Quase 100% das florestas tropicais do mundo continuam sob ameaça, mas há uma tendência crescente para o chamado manejo sustentável. Um levantamento, realizado em 33 países, indica que os avanços conquistados são frágeis, na medida em que países individuais não contam com incentivos econômicos, nem recursos para executar esforços de prevenção do desflorestamento e gestão dos recursos.
Água: É constituinte mais característico da terra. Ingrediente essencial da vida, a água é talvez o recurso mais precioso que a terra fornece à humanidade. Embora se observe pelos países mundo afora tanta negligência e tanta falta de visão com relação a este recurso, é de se esperar que os seres humanos tenham pela água grande respeito, que procurem manter seus reservatórios naturais e salvaguardar sua pureza. De fato, o futuro da espécie humana e de muitas outras espécies pode ficar comprometido a menos que haja uma melhora significativa na administração dos recursos hídricos terrestres. ECONOMIZE ÁGUA.

4 de jun. de 2007

Dia Mundial Contra a Agressão Infantil!

Dia Mundial contra a Agressão Infantil:
12% das crianças brasileiras são vítimas de violência doméstica.
O Dia Mundial contra a Agressão Infantil é celebrado nesta segunda-feira. De acordo com dados da Sociedade Internacional de Prevenção ao Abuso e Negligência na Infância (Sipani), 12% das 55,6 milhões de crianças menores de 14 anos são vítimas de alguma forma de violência doméstica por ano no Brasil. O número corresponde a uma média de 18 mil crianças por dia.

O mais triste é que o perigo está mais próximo do que se imagina. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram que 80% das agressões físicas contra crianças e adolescentes foram causadas por parentes próximos. Ainda de acordo com o Unicef, de hora em hora morre uma criança queimada, torturada ou espancada pelos próprios pais.

Segundo o professor Vicente Faleiros, do Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília (UnB), cerca de 70% das denúncias de agressão física contra crianças foram praticadas pela própria mãe. O professor afirma ainda que o abuso sexual normalmente é praticado pelo pai ou padrasto.

- Os maus tratos são praticados pela própria família, dentro de casa - afirmou.

No Rio de Janeiro, de acordo com a delegada Renata Teixeira Dias, responsável pela Delegacia de Proteção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência (Decav), cerca de 40% de todas as ocorrências registradas por mês nas delegacias do estado são de agressão infantil . Ainda segundo a delegada, apenas 1% das denúncias são feitas pelas vítimas.

- Geralmente, quem faz a denúncia é a avó da criança. No caso de pais separados, o pai ou a mãe que não agride - disse.

Os tipos de agressão infantil são diversos. Os mais comuns são a violência física, a psicológica e a sexual. Segundo dados do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência (Sipia), de 1999 até 2007, foram registrados 28.840 casos de agressão física, 28.754 de violência psicológica e 16.802 de abusos sexuais em todo o país.


Texto de Luisa Valle
O Globo Online

UM ABSURSO!
DIGA NÃO A AGRESSÃO AO MENOR...

Aniversário de Deinha.

Deinha:


Hojé é dia do seu aniversário.
Quero que saiba que mando essa mensagem para que você fique ciente do quanto gosto de você. E o quanto espero que estas velinhas que você está apagando hoje, lhe traga felicidade plena e muitas realizações. Você é uma pessoa muito especial e querida por todos (e você sabe disso), e merece que todos os que estão em sua volta gostem de você. Aniversário de pessoas maravilhosas como você merece toda a nossa atenção, pois mais um ano completado, e mais um ano de afeto, amor e amizade. Cuide-se, nunca perca esse sorriso e seja sempre muito feliz.
VIVA A VIDA COM ALEGRIA NO CORAÇÃO.

Feliz Aniversário!

Fique com DEUS.

Thiago Dutra

3 de jun. de 2007

Últimas notícias - Domingao do Faustão!

29/05 - 21:40

Ex-diretora de Faustão é encontrada morta, no Rio

Ex-diretora do Domingão do Faustão é encontrada morta, no Rio. Ângela Sander, 42 anos, jornalista e ex-diretora do programa Domingão do Faustão foi encontrada morta em seu apartamento, Rio de janeiro. Seu corpo foi encontrado nesta segunda-feira em seu apartamento no Rio de Janeiro. A causa de sua morte ainda não foi divulgada e informações publicadas no site da rádio Fandango, de Cachoeira do Sul, não se sabe ainda quando ocorreu sua morte.

Em maio de 2006, a Folha de São Paulo noticiou que a jornalista foi afastada do comando do programa global e, devido a problemas de saúde, acabou sendo internada em um hospital para ser submetida a uma desintoxicação por dose excessiva de remédios. Na ocasião, a Rede Globo informou que a diretora estaria com crise de estafa. Comentou-se ainda que Ângela e Fausto Silva não andavam se entendendo bem, mas a emissora apenas confirmou o afastamento definitivo e acrescentou que a “relação de Ângela e Faustão era ótima, mas ela preferiu preservar sua saúde”, desmentindo os boatos de um desentendimento entre os dois. Comentava-se ainda que o diretor artístico, Mário Lúcio Vaz estaria elaborando um novo projeto para Ângela tocar.

Nos últimos meses Ângela estava sendo submetida a um tratamento para vencer uma profunda depressão. Natural de Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, Ângela formou-se em Comunicação Social pela UFRGS. Trabalhou como repórter e editora da RBSTV (retransmissora gaúcha da Rede Globo). Entre outros projetos realizados por ela, destacam-se oficinas de cinema e história junto à Central Única das Favelas (CUFA), trabalho voluntário do qual se orgulhava muito: “Olhar isso aqui dá o maior orgulho, porque a gente sabe a batalha e o risco que é. Acho que a Cufa tem uma diferença de outras ONGS que tem muita verba, muita organização, mas o trabalho é mais ou menos”, declarou certa vez ao site do CUFA.

Trabalhou em vários programas da Rede Globo. Dirigiu o Vídeo Show, atuou como produtora de Xuxa e Ana Maria Braga. Participou ainda de projetos especiais, entre eles Criança Esperança e Amigos. Antes da Globo, a jornalista trabalhou no Vitrine, da TV Cultura.
Ângela será sepultada em Cachoeira do Sul, sua cidade natal, em uma cerimônia restrita aos familiares. Antes do sepultamento será realizado um culto de corpo presente na capela A do Cemitério Evangélico, em Porto Alegre.

Ângela será sepultada em Cachoeira do Sul, sua cidade natal, em uma cerimônia restrita aos familiares. Antes do sepultamento será realizado um culto de corpo presente na capela A do Cemitério Evangélico, em Porto Alegre.

Esther Rocha
Texto de OFUXICO

Nasce José Lins do Rego e A Festa de Pentecostes

José Lins do Rego Cavalcanti nasceu em Pilar, Estado da Paraíba, em 03 de junho de 1901, e faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 1957. Criado no engenho Corredor, de propriedade do avô materno, fez os estudos secundários em Itabaiana e na Paraíba (atual João Pessoa), vindo a se formar em Direito no Recife no ano de 1918. Foi também no Recife que veio a conhecer intelectuais como Gilberto Freyre, José Américo de Almeida e Olívio Montenegro.
Tempos depois conheceria em Maceió dois grandes nomes da literatura de seu tempo: Jorge de Lima e Graciliano Ramos. Exerceu o cargo de promotor público em Manhaçu (MG). Publicava, desde sua tenra juventude, artigos em suplementos literários, passando após algum tempo a escrever romances. Seu primeiro livro foi publicado em 1932: Menino de Engenho, custeado com dinheiro do próprio bolso, e que atingiu enorme repercussão, abrindo caminho para uma série de obras de grande importância em nossa literatura.
José Lins do Rego veio para o Rio de Janeiro em 1935. Consagrado como o grande escritor regionalista brasileiro ao lado de Graciliano Ramos, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras no ano de 1956 . Sua obra tem como característica ser detentora de um profundo lirismo e de uma linguagem cheia de vocábulos regionais. Neto de um poderoso senhor de engenho, José Lins do Rego conviveu com essa transição econômica e cultural por toda a sua juventude, o que concede a seus textos um tom de biografia que se estende desde o seu primeiro livro.
Neste ano de 2001, quando completaria 100 anos de vida, a Academia Brasileira de Letras o homenageia com uma exposição e um ciclo de palestras sobre sua vida e sua obra. Outra homenagem foi prestada com a criação de um prêmio literário, no valor de R$ 30.000,00, para a melhor obra criada em torno do autor que escrevia guiado pelas emoções e pela memória.

Principais obras:

Menino de Engenho (1932);
Doidinho (1933);
Bangüê (1934);
O Moleque Ricardo (1935);
Usina (1936);
Pureza (1937);
Pedra Bonita (1938);
Riacho Doce (1939);
Água-mãe (1941);
Fogo Morto (1943);
Eurídice (1947);
Cangaceiros (1953);
Meus Verdes Anos (1953);
Histórias da Velha Totonha (1936);
Gordos e Magros (1942);
Poesia e Vida (1945);
Homens, Seres e Coisas (1952);
A Casa e o Homem (1954);
Presença do Nordeste na Literatura Brasileira (1957);
O Vulcão e a Fonte (1958);
Dias Idos e Vividos (1981).

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Festa de Pentecostes: Ao findar o período de cinqüenta dias após a Páscoa, a festa de Pentecostes com a descida do Espírito Santo marca o "cumprimento da promessa e a realização da esperança," como reza um hino do Ofício bizantino da manhã e no "próprio" dessa solenidade o élan poético se une à precisão teológica ao convidar o fiel à adoração do Deus Uno e Trino. No Oriente bizantino, a festa de Pentecostes celebra também a festa da Santíssima Trindade (diferentemente da liturgia latina que a celebra no domingo seguinte), porque justamente com a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos se completou a revelação do mistério trinitário. No cristianismo primitivo a comemoração do evento histórico, ocorrido no Cenáculo do monte Sion, prevalecia na festa de Pentecostes, que já se celebrava em Jerusalém no século IV, ao passo que a liturgia bizantina hodierna transfere tal comemoração ao dia seguinte, segunda-feira.



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Também:
Dia Mundial do Administrador de Pessoal!

2 de jun. de 2007

Morte de Garibaldi, herói da Guerra dos Farrapos (1882)


Político e militar revolucionário italiano nascido em Nice(4/7/1807), na época pertencente à Itália, em uma família de pescadores. Começa trabalhando como marinheiro e, entre 1833 e 1834, serve na Marinha do rei do Piemonte. Ali, sofre influências de Giuseppe Mazzini, líder do Risorgimento, movimento nacionalista de unificação da Itália, na época dividida em vários Estados absolutistas. Em 1834 lidera uma conspiração em Gênova, com o apoio de Mazzini. Derrotado, é obrigado a exilar-se em Marselha (1834), de lá partiu para o Rio de Janeiro, chegando (1835) e, em 1836, para o Rio Grande do Sul, onde luta ao lado dos farroupilhas na Revolta dos Farrapos e se torna mestre em guerrilha.Três anos depois, vai para Santa Catarina auxiliar os farroupilhas a conquistar Laguna. Lá conhece Ana Maria Ribeiro da Silva, conhecida como Anita Garibaldi, que deixa o marido para segui-lo.Anita destacou-se por sua bravura participando ao lado dele das campanhas no Brasil, no Uruguai e na Europa. Dirigiu as defesas de Montevidéu (1841) contra as incursões de Oribe, ex-presidente da República, então a serviço de Rosas, o ditador da Argentina. Voltou à Itália (1847) e integrou-se às tropas do papa e do rei Carlos Alberto. Regressou à Itália (1848) para lutar pela independência de seu país contra os austríacos. Derrotado, perseguido e preso, perdeu também a companheira Anita (1849), morta em batalha. Refugiou-se por cinco anos nos Estados Unidos e depois no Peru, até voltar à Europa (1854). Numa nova guerra contra a Áustria (1859), assumiu o posto de major-general e dirigiu a campanha que terminou com a anexação da Lombardia pelo Piemonte. Comandou célebres camisas vermelhas (1860-1861) que utilizando táticas de guerrilha aprendidas na América do Sul, conquistou a Sicília e depois o reino de Nápoles, até então sob o domínio dos Bourbons. Conquistou ainda a Umbria e Marcas e no reino sulista das Duas Sicílias, porém renunciou aos territórios conquistados, cedendo-os ao rei de Piemonte, Vítor Emanuel II. Liderou uma nova expedição contra as forças austríacas (1862) e depois dirigiu suas tropas contra os Estados Pontifícios, convencido de que Roma deveria ser a capital do recém-criado estado italiano. Na batalha de Aspromonte foi ferido e aprisionado, mas logo libertado. Participou depois da expedição para a anexação de Veneza. Em sua última campanha, lutou ao lado dos franceses (1870-1871), na guerra franco-prussiana. Participou da batalha de Nuits-Saint-Georges e da libertação de Dijon. Por seus méritos militares foi eleito membro da Assembléia Nacional da França em Bordéus, mas voltou para a Itália elegeu-se deputado no Parlamento italiano em 1874 e recebe uma pensão vitalícia pelos serviços prestados à nação. Morre em Capri em 2 de junho de 1882.